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Lifestyle Moda

Look da Naná: vestido listrado

Já faz um bom tempo que tirei essas fotos, foi de um passeio que eu fiz no ano passado para Garopaba (tenho várias outras fotos desses dias para compartilhar com vocês!) mas foi uma viagem tão legal e com looks tão fofos que eu espero que vocês me perdoem pela data porque eu achei mesmo que precisava compartilhar aqui. Amei esse look e o lugar é paradisíaco! Amo Santa Catarina, fato (e, pra quem não sabe, eu tenho sangue catarinense, meu avô era de lá – tá explicado porque eu amo o mar e o verão).

vestido SEM MARCA | tênis ADIDAS

O que vocês acharam desse look? Me digam nos comentários! Sou apaixonada por esse vestido e adoro a combinação com tênis, acho despojada.

Lifestyle Moda

Madame Charme (Jennifer L. Scott)

Madame Charme – Dicas de estilo, beleza e comportamento que aprendi em Paris, de Jennifer L. Scott foi um dos poucos livros que eu li que posso dizer que mudou a minha vida! É um dos meus livros de cabeceira, com informações valiosas para vida, sabe? Coisas simples e às vezes até bestas que deixamos de pensar e que podem nos levar a uma qualidade de vida melhor.

Jennifer narra nesse livro a sua história, a aventura que foi para a californiana fazer um intercâmbio para Paris, onde viveu com uma família super chic, com ascendência aristocrática. Adorei esse formato! O livro é dividido em 20 lições – as 20 lições que Jenni aprendeu em sua viagem – mas não é massante porque ela conta vários casos, pincelando um toque intimista que nos faz refletir junto com ela. A senhorita Scott teve o prazer de viver com a família Charme, uma família extremamente formal com vários ensinamentos valiosos que contribuíram demais para a formação da autora como pessoa (e para a minha também!), mas claro que estando na cidade luz Jennifer pôde observar os franceses de perto, o que a levou a filosofar sobre o que tinham em comum e quais eram os segredos desse povo para viver tão bem.

Madame Charme trabalhava fora, acordava cedo para preparar o café da família e ainda cuidava da casa sozinha, não via necessidade de ter uma empregada e jamais ficou sem saber o que fazer para o jantar elaborado sempre dividido em várias etapas. Estava sempre impecavelmente bem arrumada e apresentável e jamais demonstrava tristeza ou cansaço. Qual é o segredo?

Jennifer divide seu livro em três partes: Dieta e exercícios é o início de tudo, onde podemos entender como as francesas são capazes de comer tanto queijo e croissant e ainda estarem sempre magrinhas e lindas. Lições simples que não requerem nenhum sacrifício, como não beliscar fora de hora, não se privar e saber que exercícios são parte da vida, não obrigação.

A segunda parte, Estilo e Beleza é simplesmente incrível! Depois de ler isso eu tive que refletir muito sobre quem eu sou e quem quero ser, me concentrei em mim e esqueci de modismos, foi o meu momento de me encontrar e encontrar o meu estilo. Depois disso tive que arrumar o meu guarda-roupa e fiz isso com gosto pela primeira vez na vida.

A principal lição aqui fala sobre o famoso guarda-roupa de 10 peças da mulher francesa. O conceito pode parecer completamente bizarro aqui em terras tupiniquins, mas Jennifer bate tanto na tecla de que mais vale ter 10 peças que sejam perfeitas, te façam se sentir linda e se coordenem entre si do que um armário abarrotado em que poucas coisas são “a nossa cara” e nos faz ficar deprimidas de manhã, dizendo que não temos roupa. Depois de ler esse livro, fiz uma limpeza gigante no meu closet e tirei, sem dó, tudo o que não fosse absolutamente perfeito. Vocês não sabem a alegria que é abrir o armário e poder escolher qualquer coisa sabendo que você vai ficar linda! – Pretendo falar mais sobre esse conceito e sobre as mudanças do meu guarda-roupa em posts futuros, vamos voltar à resenha…

Sem título

Na terceira parte, Como viver bem, Jennifer divide várias histórias do seu intercâmbio e nos mostra como é simples chegar à felicidade com pequenas atitudes. Dizer não ao materialismo, estimular a mente, valorizar a qualidade (de tudo, viu?), ser organizada são apenas alguns exemplos. Porque só usamos aquele conjunto de louças lindo no Natal?Porque andamos em casa como mendigos? Jennifer fala também sobre a formalidade, não como algo negativo como tendemos a acreditar que seja, mas como um gesto de carinho para alguém que amamos. Porque nosso chefe merece o nosso melhor comportamento, nossos melhores trajes e nossa família, as pessoas que tanto amamos, são tratadas de maneira grosseira? A ideia aqui é dar o nosso melhor às pessoas que mais importam, isso fará com que elas e nós sejamos mais felizes.

Claro que ninguém aqui vai começar a viver como uma francesa; vivemos em um país diferente, com cultura e valores diferentes, seria impossível adotar um estilo de vida completamente francês, mas a questão não é essa. A ideia aqui é aproveitar ensinamentos simples desse povo para conquistarmos uma melhor qualidade de vida. O principal é isso, buscar a qualidade, sempre.

Lifestyle Organização

Armário cápsula: tudo o que você precisa saber para montar o seu

Dois temas que eu sempre gostei muito foram moda e organização, por isso, resolvi unir os dois e falar um pouquinho sobre essa nova febre que tomou conta das minhas redes sociais que é o armário cápsula. Essa ideia de ter um armário enxuto bem no estilo parisiense é muito linda na teoria, mas será que funciona na prática? A verdade é que precisamos saber que nem sempre aquela imagem linda do instagram traduz a realidade e especialmente, só porque a Fulana de Tal tem um armário de X peças não significa que o mesmo número de peças vá servir pra você. Cada pessoa tem uma rotina diferente, vive numa região diferente e é preciso estar ligada nisso.

Eu já tentei montar um armário cápsula, mas descobri que é impossível pra mim viver com apenas 50 peças de roupa. Aí você baixa uma imagem no pinterest dizendo que você tem que ter uma calça jeans no seu armário e você pensa “e eu faço o que com as outras 23?” Ok, exagerei um pouquinho, mas o meu ponto é que o armário tem que funcionar pra você. Talvez a sua amiga que trabalha em um banco e só vive de roupa social possa ter apenas uma ou duas calças jeans, mas para você que tem um trabalho criativo e usa roupas despojadas pode ser difícil imaginar sua vida sem um jeans escuro, um rasgado, um claro, um mais soltinho…

Não estou dizendo que você não possa ter um armário cápsula, afinal, essa é uma ideia que vai contra o consumo desenfreado e te estimula a ser fiel ao seu estilo. Eu acho ótimo que você queira ter um armário cápsula! Só acho que precisa ser realista e não esperar que vai ver uma lista de peças essenciais, comprar todas e jogar o resto todo fora porque esse não é o ponto. Não espere uma fórmula pronta, crie você mesma a sua própria fórmula.

Como é a sua vida?

Antes de começar a destralhar é preciso ter em mente quem você é. Como é a sua vida, onde você trabalha, que lugares frequenta. Porque você precisa de 30 tops de academia se só se exercita duas vezes na semana? Tenha bem claro na sua cabeça o que faz de você quem você é antes de começar o processo, pois só assim você vai saber o que guardar e o que passar adiante. É como o exemplo das calças jeans, isso também vale pra roupas de balada e até mesmo casacos. Pare e pense na sua real necessidade dessas peças. Se você é baladeira faz sentido ter vários vestidos, mas se você mora no Rio de Janeiro porque tem sete casacos pesados?

Isso é mais um ponto que eu refiro quando falo que não podemos esperar fórmulas prontas. Se você mora numa região que é quente o ano inteiro certamente vai precisar de mais do que um short. Se você, assim como eu, mora numa região que tem as estações bem definidas, vai precisar do dobro de roupas, praticamente um armário para o verão com blusinhas e shorts e um para o inverno, com agasalhos e calças quentinhas.

Destralhe

Depois de pensar na sua vida, você deve tirar do armário tudo o que não se encaixar, o que já tiver enjoado e o que estiver sobrando. Não tenha pena de fazer a energia circular e trapaceie, se quiser. Eu já fiz uma super limpeza no meu armário uma vez e tirei quase metade das roupas, mas não tive coragem de me desfazer delas de vez, guardei tudo no maleiro por meses. Vez ou outra eu pegava alguma peça, mas depois de passado muito tempo pude enfim me desfazer do que vi que não ia mais usar mesmo. Essa é uma ótima dica pra quem tem medo de se arrepender.

Arrume tudo de novo

Aí você tirou tudo do armário, está com mil pilhas sobre a cama, já montou vários looks na sua cabeça e sabe como você quer ser vista pelo mundo, é hora de guardar o que sobrou. Organize da forma que achar melhor. Eu gosto de separar por motivo (shorts com shorts, regatas com regatas, camisetas com camisetas e assim por diante), há quem além de fazer isso ainda goste de arrumar por cor, mas eu não tenho toda essa paciência.

Enquanto estiver organizando, vá visualizando as combinações disponíveis, aposto que verá muito mais alternativas do que aquelas que está acostumada a usar todos os dias.

Se eu for te dar um último conselho, seria invista mais na parte de cima em quantidade e na parte de baixo em qualidade. Ou seja, tenha mais blusinhas, casacos e coletes para variar mais os seus looks e aposte em calças, shorts e saias de qualidade, pois a parte de baixo é mais fácil de combinar e usar de várias formas diferentes sem ficar repetitivo, né?

Só pra terminar, lembre, não espere uma fórmula mágica, arrume seu armário para você, para a vida que você tem e para a imagem que você quer passar. ♡

Beleza Lifestyle

Transição capilar: de volta aos cachos

Já tive cabelo de tudo quanto é jeito. De todas as cores possíveis, mas quanto à textura, confesso, era adepta da escova progressiva há uns dez anos. O problema é que durante toda a minha infância e adolescência me ensinaram que o meu cabelo era feio. Me lembro de acordar de manhã com ele bem “revolto” e formando alguns cachinhos e ouvir um “vai pentear esse cabelo”. Sabe o que acontece com um cabelo ondulado/cacheado quando se escova ele à seco? Não é bonito. Eu e uma geração de meninas íamos para a escola com o cabelo sem forma, armado, porque ninguém nos ensinou como cuidar dos nossos fios. Porque a norma era ter cabelo liso e mesmo quem não tinha precisava cuidar do seu cabelo como se ele fosse liso, porque essa era a única forma que nossas mães conheciam.

Sorte que os tempos mudaram! Agora já temos nossos truques e vários produtos queridinhos. Gostamos de fazer experiências com novas marcas e aprendemos a amar nossos fios do jeitinho que eles são. Claro que não tem problema nenhum em querer continuar lisa e fazer alisamentos, mas, fala sério, é bom demais ter o direito de escolha!

Hoje resolvi falar um pouquinho sobre o meu cabelo e as últimas mudanças que eu vi nele e mostrar para vocês alguns detalhes sobre ele, aproveitando para aquela reflexão básica.

Já fazia muito tempo que eu não fazia progressiva nessas fotos, alguns anos na verdade, mas vivia à base de chapinha. Vocês podem ver que as pontas estão bem espigadinhas pelo calor excessivo, mas eu nem pensava em usá-lo ao natural por causa do meu emprego. Na época eu era bancária e ouvi várias vezes, de algumas pessoas, que precisava manter o cabelo liso e alinhado porque pareceria desleixado se eu deixasse ele natural. Olha que doideira! Desde quando mulher precisa fazer chapinha, estragar o cabelo, cansar os braços, só pra ficar com um aspecto “melhor” aos olhos dos outros? Foi depois de muito pensar nisso que eu finalmente concluí que não queria mais viver assim, e um belo dia fui trabalhar sem fazer chapinha.

Esse é meu cabelo apenas com finalizador. No primeiro dia em que fui trabalhar com ele assim recebi vários elogios dos meus colegas. Disseram que estava bonito, sexy, diferente, que combinava comigo e eu resolvi abandonar de vez o alisamento! Mas prestem atenção numa coisa: meu cabelo não é cacheado, ele é ondulado. Nem que eu fique o dia inteiro amassando ele com creme e difusor ele forma cachos perfeitos como de comercial de shampoo. Esses cabelos lindamente cacheados? São feitos para ficarem lindos na tv e nas revistas, são feitos com babyliss e precisamos ter essa noção e saber que cachos de verdade, do dia a dia, são diferentes, únicos e revoltos mesmo. Eles têm frizz e são bagunçadinhos sim e não tem nada mais irritante do que você estar toda feliz com o seu cabelo ondulado/cacheado e alguém perguntar se não vai pentear.

Pra completar, resolvi mostrar meu cabelo finalizado com babyliss para vocês perceberem essa diferença que eu falei. Não existe um jeito certo ou errado de finalizar seu cabelo, você pode usar chapinha, difusor, babyliss, deixar secar naturalmente ou o que for. Só quero que lembre que seu cabelo é lindo e especial justamente por ser único. Eu muitas vezes odiei ser ondulada, desejando o cabelo liso ou cachos mais definidos, mas aprendi a amar meu cabelinho porque gosto de poder fazer o que quiser com ele. É fácil de alisar e de cachear, e se eu quiser, natural também é lindo. Todas as formas são lindas, e não tem problema variar também. O cabelo é seu, vá ser feliz!

E como é o seu cabelo? Me conta nos comentários como você lida com ele!